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Prefeitos recorrem à AL por repasses

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Prefeitos recorrem à AL por repasses

 

Liderados pela Associação Mato-grossense dos Municípios – AMM vários prefeitos recorreram à Assembleia Legislativa para pedir o apoio dos deputados, junto ao governo do estado, para viabilizar a regularização dos repasses atrasados que somam R$ 150 milhões. Eles foram recebidos pelo presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (PSB), na quarta-feira (25).

“A AMM pediu essa reunião por conta dos atrasos que vêm acontecendo em relação ao repasse do Fethab, do ICMS, da Saúde e até mesmo do transporte escolar. Os prefeitos buscam ajuda da Assembleia para achar uma solução. Nos colocaram até a hipótese de intervenção ao governo, mas mostramos a eles que o primeiro caminho é o diálogo. Explicamos que em conversa com o secretário de Fazenda Gustavo Oliveira, nos foi passado sobre a existência de algumas soluções em andamento, como o pagamento do FEX e outras negociações com a Conab. Então, têm várias negociações que podem dar um fôlego no caixa do estado para conseguir atualizar esses pagamentos”, esclareceu Botelho.

Na oportunidade, o presidente Neurilan Fraga destacou a necessidade da pauta municipalista. “Estamos numa rotina de visitas e reuniões. Tomamos algumas decisões e já comunicamos ao secretário da Casa Civil, Max Russi. Agora, pedimos o apoio da Assembleia à pauta municipalista, que vai desde a mudança na Lei do Fethab, até mesmo na questão dos incentivos fiscais, para a instalação de novas empresas em Mato Grosso”, afirmou.

Neurilan disse também que o tema central tem sido a crise econômica que o Brasil vive, mas principalmente Mato Grosso, que acumula atrasos nos repasses de recursos do governo aos municípios. Inclusive, questiona que há atrasos que já perduram quatro, cinco e seis meses para a Saúde.

“Agora mesmo o ápice desses atrasos se referem ao ICMS, que antes toda quarta-feira o dinheiro estava na conta das prefeituras para o pagamento de funcionários, fornecedores, repasses do duodécimo para as câmaras de vereadores. Até a sexta-feira passada o déficit era de R$ 300 milhões, nesta semana houve um pagamento. Mas o governo ainda deve aproximadamente R$ 150 milhões. Esperamos que os deputados apoiem os municípios, pois não podem, jamais, persistirem esses atrasos”, alertou.

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