campanha é de lei 19/09/2017

Botelho avalia produção da AL e perspectivas para 2018

O ano de 2017 será lembrado pela incansável luta da Assembleia Legislativa para ajudar Mato Grosso a enfrentar a crise política e financeira. Para o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (PSB), a Casa cumpriu com êxito o seu papel, com destaque à aprovação da PEC do Teto de Gastos, promulgada no mês passado, e que dará fôlego ao governo para renegociar a dívida com a União. Também foi incisiva na defesa dos servidores públicos garantindo a Revisão Geral Anual – RGA.

Ainda nesta semana, uma agenda positiva com o governo definirá sobre os repasses do duodécimo atrasados. Somente para a ALMT, o governo deve R$ 64 milhões, relativos a 2017.

As colocações de Botelho foram feitas durante café da manhã com a Imprensa, nesta terça-feira (19.12), na Presidência da ALMT. Também falou sobre a possível mudança para o DEM; esclareceu sobre o cumprimento legal à votação que revogou a prisão do deputado Gilmar Fabris (PSD) e garantiu a funcionalidade dos trabalhos no período eleitoral no próximo ano. Além das audiências públicas, a Casa de Leis encerra o ano com 15 mil atendimentos realizados no interior, através da Assembleia Itinerante e do projeto Educação Legislativa em Movimento.

Conforme Botelho, a ALMT retomará os trabalhos em 2018 com a perspectiva de receber, em fevereiro, o projeto de lei da eficiência pública, proposta que será amplamente debatida e deverá otimizar a administração estadual.

Para Botelho, o trabalho feito nas bases vai ser o diferencial nas urnas. Considera que neste ano, a ALMT passou por períodos desgastantes, mas que respondeu a altura com muito trabalho.

“Fizemos isso aprovando a PEC do Teto, participando das discussões da RGA e outras questões que podem melhorar a vida do cidadão, inclusive, o da Saúde Pública, pois quando entrou no caos, a Assembleia intermediou a discussão para ajudar. Portanto, tivemos ponto negativo, mas também o lado positivo por meio dos serviços oferecidos e da atuação dos deputados. Não houve desgaste administrativo na Assembleia!”, afirmou Botelho.

Para o presidente, a situação tende a ser melhor no próximo ano, pois a economia começa a dar sinais positivos e Mato Grosso vai receber recursos extras oriundos de renegociações e do FEX, o governador conseguirá colocar em dia as contas.

“É essa a nossa esperança e a dos fornecedores. Neste ano a Assembleia participou ativamente dos embates em defesa do desenvolvimento de Mato Grosso. Que em 2018 tenhamos um ano melhor, mais produtivo e que o governo tenha condições de fazer mais!”, finalizou.

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