ORDEM DE SERVIÇO – Prefeitura estima em 90 dias prazo para reforma do Museu do Rio

A Prefeitura de Cuiabá informou, ontem (17), que dará início a reestruturação do tradicional Museu do Rio “Hid Alfred Scaff”, que fica no Porto, próximo ao Rio Cuiabá. A

ordem de serviço foi assinada na tarde da última terça-feira (16) pelo secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Francisco Vuolo. A intenção é receber turistas e visitantes com mais conforto e segurança.

“Hoje, com essa assinatura, reforçamos mais uma vez, o compromisso da gestão Emanuel Pinheiro de preservação e valorização dos patrimônios históricos da Capital. E, com esse museu não seria diferente. Um tradicional espaço da ‘cuiabania’, que faz parte da história dos 300 anos da cidade calorosa e que, agora, vai receber o que há de mais moderno em equipamentos de som e imagem, dando ao público segurança, qualidade e conforto durante a visitação ao local”, ressaltou.

No espaço, serão executadas a instalação de sistema de cabeamento estruturado, novo mobiliário, as salas serão equipadas com sonorização, computador e ar condicionado. Além disso, serão fornecidos coletes para os servidores que atendem no espaço e também será feita a sinalização, com placas indicativas dos ambientes.

Ao todo, foi destinado o valor de R$ 208.479,00 para as melhorias, recursos do Ministério do Turismo, que será repassado via contrato, por meio da Caixa Econômica Federal. A previsão de entrega é de 90 dias, a contar da data de assinatura da ordem de serviço.

“Seguindo a determinação do prefeito, logo quando assumiu, montamos uma força-tarefa em prol de recuperar os recursos que estavam praticamente perdidos. Com empenho da equipe e muito diálogo da gestão, conseguimos resgatar o valor e, assim, garantir a execução dessas instalações, modernizando esse bem histórico”, observou o secretário.

Construído em 1899, o Museu do Rio antes abrigava o antigo Mercado do Peixe. A antiga construção foi tombada em 1983 e restaurada em 1999, recebendo então o Museu “Hid Alfredo Scaff”, nome que foi escolhido em homenagem ao antigo morador da região e principal comerciante do então Mercado do Peixe.

No local, o acervo do museu é formado basicamente por fotografias, peças de artesanato, artes sacras e maquetes que contam a história da capital mato-grossense.

 

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