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SEM PAPAS NA LÍNGUA – Cristiano Dresch rebate presidente do Santos, lembra contratações e critica redução de rebaixados

Presidente do Cuiabá disse que o time paulista precisa se organizar financeiramente para não ficar sofrendo com o rebaixamento todos os anos

 

Foto: Fernando Soares

PRESIDENTE DO CUIABA - O Esportivo

Presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch rebate presidente do Santos, lembra contratações de Neymar e Gabigol e critica redução de rebaixados

 

O presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, fez duras críticas à proposta de redução do número de clubes rebaixados no Campeonato Brasileiro e comentou a situação financeira envolvendo Santos, Corinthians, Grêmio e Atlético-MG, em entrevista à Rádio Bandeirantes.

Totalmente contrário à ideia de rebaixar apenas três equipes, Dresch afirmou que a medida serviria como “bengala” para dirigentes que não conseguem organizar seus clubes. “Eu sou totalmente contra isso. Isso é uma bengala que o presidente do Santos defende há muito tempo. Ele precisa melhorar a equipe dele, pagar as contas dele, pra parar de ficar sofrendo com o rebaixamento todos os anos”, declarou.

Segundo o dirigente, a mudança prejudicaria clubes que transitam entre as Séries A e B. “Se a gente fizer o rebaixamento de três só e o acesso de três, clubes como Cuiabá, Ceará, Atlético Goianiense, Goiás, que não são nem Série A nem Série B, vão ser muito prejudicados. Os clubes grandes precisam se organizar e parar de arrumar desculpa pra incompetência”, afirmou.

Dresch também comentou o recente depoimento do presidente do Santos, Marcelo Teixeira, e voltou a cobrar dívidas do clube paulista. “O Corinthians está em dia com o Cuiabá, tem pagado. O Santos nos deve, é uma ação que está na CNRD há quase um ano e precisa decidir logo”, disse. O dirigente ainda criticou o fato de o Santos seguir contratando jogadores. “A gente vê o Santos contratando Neymar, Gabigol, e depois vem sugerir rebaixar só três. A gente tem que parar de passar pano.”

O presidente do Cuiabá detalhou ainda um caso específico envolvendo o zagueiro Joaquim, negociado com o Tigres, do México. “O Santos vendeu, recebeu e não repassou a parte do Cuiabá. Isso é absurdo”, disparou.

Apesar das críticas, Dresch demonstrou otimismo com as mudanças no controle financeiro do futebol brasileiro. “Agora não precisamos mais acionar a CNRD para dívidas novas. O próprio órgão da CBF vai monitorar o fair play. Espero que isso fique no passado”, concluiu.

Fora das discussões administrativas, o Cuiabá vive momento decisivo dentro de campo. O clube disputa atualmente o Campeonato Mato-Grossense, onde ocupa a quarta colocação, com 12 pontos em oito jogos. A equipe encerra sua participação na primeira fase da competição neste domingo (08), às 17h, quando recebe o Várzea Grande, na Arena Pantanal, buscando consolidar vaga na próxima fase do Estadual. (Esportes e Notícias)