Confrontos, prováveis escalações e arbitragem na Copa do no duelo entre Mato Grosso e Paraíba às 20 horas desta quarta-feira (25) no estádio Dutrinha, em Cuiabá
Foto: Divulgação

O Mixto recebe o Botafogo (PB) nesta quarta-feira (25) às 20 horas, no Estádio Eurico Gaspar Dutra (Dutrinha), pela segunda fase da Copa do Brasil 2026. O duelo é em partida única e em caso de empate leva a decisão para os pênaltis.
O Mixto chega embalado após garantir vaga na final do Campeonato Mato-grossense 2026 pela primeira vez em mais de uma década, com destaque para a vitória sobre o Operário nos pênaltis. A equipe tem aproveitado bem a temporada local e quer estender essa confiança ao torneio nacional.
O Botafogo, por sua vez, volta sua atenção à Copa do Brasil após oscilações no Campeonato Paraibano — com vitórias, empates e derrotas no estadual — e busca impor sua experiência nacional. O clube paraibano já disputou a competição diversas vezes e entra como um rival tradicional em mata-mata.
O técnico Lisca, comandante do Botafogo, falou abertamente sobre as expectativas para o duelo e o que sua equipe enfrentará no Dutrinha: “Será um jogo difícil, mais disputado do que bem jogado, em virtude das dimensões e da qualidade do gramado… é um adversário difícil, muito bem treinado pelo Lucas (Isotton)”. Ele destacou também que o lateral-esquerdo PK está fora por lesão, o que pode alterar os planos para a partida.
Do lado do Mixto, o técnico Lucas Isotton tratou a semana como uma das mais importantes no clube, ressaltando a necessidade de corrigir erros e manter foco total no duelo decisivo da Copa do Brasil. Ele ressaltou que, apesar da classificação à final estadual, a equipe precisa ajustar detalhes e encarar o confronto com seriedade para avançar na competição nacional.
O Mixto vai para o jogo motivado pelo momento local e com a chance de surpreender dentro de casa. O time costuma se apoiar em transições rápidas e organização defensiva contra adversários fisicamente fortes, aproveitando a familiaridade com o gramado e clima de Cuiabá.
O Botafogo, por sua vez, aposta em um elenco mais experiente e com nomes consagrados — como o meia Nenê e o atacante Henrique Dourado — para controlar a posse, administrar fases do jogo e aventurar-se ofensivamente nos momentos certos, mesmo longe de casa.
PROVÁVEIS ESCALAÇÕES – Mixto: Glaycon; Índio, Lucas Straub, Jackson e Rael; Robson, Esquerdinha e Flávio Henrique; Dionathã, Luidy e Di Maria. Técnico: Lucas Isotton.
DESTAQUE: o time costuma trabalhar com transições rápidas e compactação no meio, além de explorar velocidade pelos lados.
Botafogo: Michael Fracaro, Erick, Yan Souto, Márcio Silva e Bull; Jhônata Varela, Igor Maduro, Thallyson e Nenê; Kayon e Henrique Dourado. Técnico: Lisca.
DESTAQUE: com jogadores de maior experiência como Nenê e Henrique Dourado, o Botafogo aposta em posse e variações de ataque. (360 Fatos)
Arbitragem
Árbitro principal: Jonathan Benkenstein Pinheiro (RS)
Assistente 1: Jorge Eduardo Bernardi (RS)
Assistente 2: Juarez de Mello Junior (RS)
Quarto árbitro: Eleniel Benedito da Silva (MT)




